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        <title><![CDATA[monica andre : Activity]]></title>
        <description><![CDATA[Activity for monica andre, hosted on EduSpaces.]]></description>
        <generator>Elgg</generator>
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            <title><![CDATA[What???!!]]></title>
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            <pubDate>Sat, 22 Nov 2008 10:05:17 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[blogs organizations tools]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span class="blog_post_source"><a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/09/what.html">http://b2ob.blogspot.com/2008/09/what.html</a></span></p> <div style="text-align: justify;"><a href="http://www.idgconnect.com/security/prevention/applications_virtualization_and_devices_taking_back_control/index.html">Applications, Virtualization and Devices: Taking Back Control</a> [needs registration]:<br /></div><blockquote style="text-align: justify;">"Employees installing legitimate but unauthorized applications, are a real and growing threat to business security and productivity. Removable storage media and wireless protocols make the challenge of securing data even more complex. This paper explains why control is important and highlights how integrating this functionality into malware protection is the simplest and most cost-effective solution."</blockquote><br />Thou I can try to figure out what they mean about security (loosing control) I fail to understand how applications employees are installing are a threat to productivity!]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Como destruir equipas produtivas e inovadoras (*)]]></title>
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            <pubDate>Sat, 22 Nov 2008 10:05:17 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[blogs organizations tools]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span class="blog_post_source"><a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/07/como-destruir-equipas-produtivas-e.html">http://b2ob.blogspot.com/2008/07/como-destruir-equipas-produtiva</a></span></p> <div style="text-align: justify;">1) Identificar unidades com equipas produtivas e inovadoras - este primeiro passo é fácil de identificar, mesmo para gestores menos experiêntes uma vez que podem apenas limitar-se a olhar para os resultados apresentados em função dos custos (passo que está ao alcance até do gestor ou consultor novato).<br /><br />2) Tire partido de elementos macro-económicos e aproveite as sinergias criadas com um ambiente económico adverso, nomeadamente a subida do desemprego, o aumento do custo de vida e aproveite para reduzir subsídios, congelar salários e progressões na carreira indefinidamente (ou então uma formula menos explícita, em que as regras do jogo tornem impossível essa mesma progressão).<br /><br />3) Ao nível micro, convém infiltrar-se pelas chefias intermédias. Ou seja, para este passo são necessários gestores ou consultores mais experientes. Este passo consiste em instruir as chefias intermédias para a necessidade de conter custos (leia-se promoções, deslocações, frequência de cursos, etc) mas, e isto é importante para a desmoralização futura do funcionário, prometer que se os objectivos forem cumpridos o funcionário será devidamente recompensado.<br /><br />Se pretender resultados mais rápidos, então poderá, para além do que atrás foi explicado, escolher de entre 1 ou um mix de:<br /></div><ol style="text-align: justify;"><li>Extinguir a organização/departamento/unidade. Este método é o mais radical apesar de poder ser gerar mais trabalho para o gestor, consultor ou assessor que tiver que o concretizar.<br /></li><li>Mudar o funcionário de funções: afinal se ele é bom naquilo que faz está na altura de ir fazer outra coisas completamente diferente (i.e. se trabalha no desenvolvimento de aplicações e é excelente nisso, então coloque-o atrás de um balcão a fazer atendimento ao público). Este método é o menos trabalhoso para o gestor, consultor ou assessor levando a que seja o próprio funcionário a apresentar a sua demissão (ou, como alternativa, a provar a sua incompetência).<br /></li><li>Instalar um clima de horror: utilizado com excelentes resultados em grandes organizações. Consiste em ir aniquilando, digo, dispensando funcionários, sob a capa da necessidade de baixar os custos, mais conhecido pelo downsizing (convém sempre utilizar estas palavras, especialmente se for um consultor ou assessor)</li><li>Lembrar o funcionário, todos os dias, que a organização está em dificuldades e que não sabem se conseguirão continuar a pagar salários (utilizado quer em pequenas, médias ou grandes empresas)<br /></li><li>Ao abrigo da lei, e no caso de serem funcionários públicos, enviá-los para o quadro da mobilidade (resultados mais rápidos apesar de não existir garantia de que ele seja re-afecto a uma nova unidade que possa ser produtiva e inovadora)<br /></li></ol><div style="text-align: justify;"><br />No caso de ser bem sucedido a destruir equipas produtivas e inovadoras, agora resta-lhe <span style="font-style: italic;">apenas</span> tentar criar novas equipas que sejam mais produtivas e inovadoras que as que tinha. Mas claro que já sabe que isso demora muito mais tempo, demasiado tempo, e é bem mais complexo do que as destruir. Como tal, não pode ser condensado numa entrada de um blog.<br /><br />(*) ATENÇÃO: A utilização destas estratégias tem resultado, na maioria dos casos, à desvalorização das organizações. Diversos casos observados resultaram em perdas muito maiores que os ganhos antecipados com a «dispensa» de pessoal. Para mais informações entre em contacto com os seus ex-funcionários ou vá lendo umas coisitas, já com uns anitos, como por exemplo:<br /></div><ul style="text-align: justify;"><li><a href="http://scholar.google.com/scholar?num=50&amp;hl=en&amp;lr=&amp;safe=off&amp;cluster=4667932249581307679">Downsizing: measuring the costs of failure</a> (1999)</li><li>Organizational Restructuring and its Consequences: Rhetorical and Structural (2006)</li><li>Environmental determinants of work motivations, creativity, and innovation: the case of R&amp;D downsizing (1997)</li><li>Downsizing in a Learning Organization: Are There Hidden Costs? (2000)</li><li>Changing organisation of public-sector research in Europe - implications for benchmarking human resources in RTD (2001)</li><li>Some Unanticipated Consequences of Organizational Restructuring (2000)<br /></li></ul>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Automatic Larvae (coffee) Machine]]></title>
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            <pubDate>Tue, 18 Nov 2008 09:34:31 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[blogs organizations tools]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span class="blog_post_source"><a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/06/automatic-larvae-coffee-machine.html">http://b2ob.blogspot.com/2008/06/automatic-larvae-coffee-machine</a></span></p> .flickr-photo { border: solid 2px #000000; }.flickr-yourcomment { }.flickr-frame { text-align: left; padding: 3px; }.flickr-caption { font-size: 0.8em; margin-top: 0px; }<div class="flickr-frame"><div style="text-align: center;"> <a href="http://www.flickr.com/photos/monica_andre/2615949878/"  title="photo sharing"><img style="443px; height: 339px;"  src="http://farm4.static.flickr.com/3070/2615949878_30913a6357.jpg"  class="flickr-photo"  alt="" /></a><br /></div> <div style="text-align: center;"><span class="flickr-caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/monica_andre/2615949878/">Larvae in my coffee!</a>, originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/monica_andre/">monicaA</a>.</span></div></div>    <p style="text-align: justify;"  class="flickr-yourcomment"> Vómitos, nojo, preocupação! Para além de tudo o que poderia tentar descrever, o mais importante agora é evitar que esta situação se repita em mais máquina de venda automática de café.<br /><br />Tal como eu, poderiam pensar que fui a «afortunada» a quem umas dezenas largas de larvas (muitas delas engoli, outras cuspi e as da foto foram as que restaram do meu café com leite... e «crocantes» larvas).<br /><br />Depois de me reestabelecer, foi possível descobrir quem pudesse abrir a máquina de venda automática de café e verificar o interior da maquina: uma verdadeira cultura de larvas no depósito de alimentação de leite em pó.<br /><br />O grande horror para mim foi perceber que o problema que se passava no interior (invisível) da máquina, facilmente e com este calor, se poderia passar no interior de muitas outras máquinas com mecanismos identicos.<br /><br />Não será isto um caso de saúde pública? Não será este um caso para a ASAE inspeccionar? As máquinas de venda alimentar estão isentas de inspecções?</p>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Portabilidade... ou talvez não]]></title>
            <link>http://eduspaces.net/monicaa/weblog/507536.html</link>
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            <pubDate>Tue, 18 Nov 2008 09:34:31 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[blogs organizations tools]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span class="blog_post_source"><a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/04/portabilidade-ou-talvez-no.html">http://b2ob.blogspot.com/2008/04/portabilidade-ou-talvez-no.html</a></span></p> <div style="text-align: justify;">Uma das coisas que cedo me fascinou na leitura de blogs, foi a possibilidade de descobrir soluções engenhosas para problemas que tinha (e para outros que ainda não tinha colocado, antecipando-os).<br /><br />Como estou deslocado do meu local habitual de trabalho e com acesso à net dependente de uma deslocação até ao único local (walking distance) com acesso wi-fi, por aqui (<a href="http://b2ob.blogspot.com/2006/04/um-dromedrio-com-wi-fi.html">um dromedário com wi-fi</a>), após visita ao correio (Yaiks!), uma breve consulta às minhas feeds para ver os últimos artigos publicados na minha área e blogs interessantes (prt.sc, claro ;) , eis que encontro a engenhosa ideia divulgada pelo Nuno Saraiva (<a href="http://mentepositiva.wordpress.com/2008/04/01/o-mundo-numa-pen-my-geek-army-knife/">O mundo numa pen / My Geek Army Knife)</a>. Após ter adicionado aos meus del.icio.us como ferramenta útil, dou comigo a pensar que ainda não é desta!<br /><br />Pois é, um dos primeiros problemas que tive quando pela primeira vez precisei de utilizar um computador por estas bandas, foi, nem mais nem menos, encontrar as portas USB fechadas (<span style="font-style: italic;">as in, not there</span>!). Segundo me foram informando, as portas USB são bloqueadas para impedir, a instalação de Software.<br /><br />E para os que pensam que isto é uma bizarrice de quem se encontra no local da mítica <a href="http://www.instituto-camoes.pt/cvc/navegaport/g19.html">Escola de Sagres</a>, posso dizer-vos que as práticas de fechar as portas de USB se encontram a vigorar em grandes organizações. Uma das organizações com essas práticas é o Millennium BCP.<br /><br />Ou seja, quando finalmente pensamos que foi desta que resolvemos um problema (muito real) de portabilidade, neste caso do «ambiente do nosso computador», logo começamos a pensar que é apenas mais uma <span style="font-style: italic;">backup (incomplete) solution</span>.<br /><br />De qualquer forma, vou ser uma das que também vai personalizar (thanks, anónimo!) a sua própria <span style="font-style: italic;">army knife</span> (<span style="font-style: italic;">let alone de geek</span> ;)<p></p></div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[First Monday dedicada à Web2.0]]></title>
            <link>http://eduspaces.net/monicaa/weblog/507537.html</link>
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            <pubDate>Tue, 18 Nov 2008 09:34:31 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[blogs organizations tools]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span class="blog_post_source"><a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/03/first-monday-dedicada-web20.html">http://b2ob.blogspot.com/2008/03/first-monday-dedicada-web20.htm</a></span></p> Zimmer, M. (2008). Critical Perspectives on Web 2.0. <a href="http://www.uic.edu/htbin/cgiwrap/bin/ojs/index.php/fm/issue/view/263/showToc"><span style="font-style: italic;">First Monday</span>, vol. 13(3)</a>, editorial:<br /><div style="text-align: justify;"><blockquote>"Web 2.0 represents a blurring of the boundaries between Web users and producers, consumption and participation, authority and amateurism, play and work, data and the network, reality and virtuality. The rhetoric surrounding Web 2.0 infrastructures presents certain cultural claims about media, identity, and technology. It suggests that everyone can and should use new Internet technologies to organize and share information, to interact within communities, and to express oneself. It promises to empower creativity, to democratize media production, and to celebrate the individual while also relishing the power of collaboration and social networks.<br /><br />But Web 2.0 also embodies a set of unintended consequences, including the increased flow of personal information across networks, the diffusion of one’s identity across fractured spaces, the emergence of powerful tools for peer surveillance, the exploitation of free labor for commercial gain, and the fear of increased corporatization of online social and collaborative spaces and outputs."</blockquote></div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[50 razões para não mudar]]></title>
            <link>http://eduspaces.net/monicaa/weblog/507538.html</link>
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            <pubDate>Tue, 18 Nov 2008 09:34:31 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[blogs organizations tools]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span class="blog_post_source"><a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/03/50-razes-para-no-mudar.html">http://b2ob.blogspot.com/2008/03/50-razes-para-no-mudar.html</a></span></p> <div style="text-align: center;"><a Xonblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"  href="http://bp1.blogger.com/_qE0WMwrHkec/R805WB3KzyI/AAAAAAAAAT0/BMGWe-Oj0Z0/s1600-h/50-reason-notto2sm.jpg"><img style="margin:0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;"  src="http://bp1.blogger.com/_qE0WMwrHkec/R805WB3KzyI/AAAAAAAAAT0/BMGWe-Oj0Z0/s320/50-reason-notto2sm.jpg"  alt=""  id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173854597538303778"  border="0" /></a>[<a href="http://13c4.wordpress.com/2007/02/24/50-reasons-not-to-change/">ver original</a>]<br /><br /></div><div style="text-align: justify;">Mais do que cultura organizacional, as crenças (leia-se, resistências) com que nos deparamos ao nível individual, dentro (e fora) das organizações, são notórias nesta colecção de expressões comuns que se ouvem com demasiada frequência nas organizações. Quando o quadro estiver disponível em cartaz, serei a primeira a afixá-lo na porta do meu próximo gabinete. [via <a href="http://13c4.wordpress.com/2007/02/24/50-reasons-not-to-change/"  title="50 reasons not to change source">Jack Vinson</a>]<p></p></div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Saberes e Competências Nacionais de Ciência e Tecnologia]]></title>
            <link>http://eduspaces.net/monicaa/weblog/506760.html</link>
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            <pubDate>Mon, 17 Nov 2008 12:45:15 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[blogs organizations tools]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span class="blog_post_source"><a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/07/saberes-e-competncias-nacionais-de.html">http://b2ob.blogspot.com/2008/07/saberes-e-competncias-nacionais</a></span></p> <div style="text-align: justify;"><a Xonblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"  href="http://www.degois.pt/imagens/logotipos/curriculumDeGois17783.jpg"><img style="margin:0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 152px; height: 71px;"  src="http://www.degois.pt/imagens/logotipos/curriculumDeGois17783.jpg"  alt=""  border="0" /></a>Com a extinção do <a href="http://www.ineti.pt/">INETI</a> e pulverização do pessoal e das equipas de investigação pelas mais diversas entidades nacionais (<a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/13900/0453304536.PDF">e até para o conhecido quadro da mobilidade!</a>) do que era o maior laboratório de estado em Portugal, a plataforma <a href="http://www.degois.pt/index.jsp?id=0">DeGóis</a> (Plataforma Nacional de Ciência e Tecnologia) poderá ser uma forma de não se perderem os saberes e as competências de tantas pessoas que ao longo de muitos anos contribuiram para lhe dar corpo e projectar o nome INETI a nível internacional.<br /><br />A criação de um CV pode ser feita <a href="http://www.degois.pt/curriculum">por todos os investigadores, a título individual</a> ou a <a href="http://www.degois.pt/index.jsp?id=3">título institucional</a>. Neste último caso, as instituições que aderirem têm a facilidade de extrair relatórios com informação agregada (i.e. indicadores de publicações totais, distribuição das publicações por áreas, etc). A título individual, a grande vantagem reside no facto de manterem não só o vosso CV actualizado como integrado e pesquisável em rede.<br /><br />Uma das funcionalidades que gostei particularmente consiste no relacionamento entre autores. Ou seja, a partir do momento em que é inserida a descrição de um artigo por um dos seus autores, os restantes passam a estar linkados (claro que para que tal aconteça é preciso que lá tenham criado o CV ;-)<br /><br />Outras das funcionalidades reside na <a href="http://www.degois.pt/index.jsp?id=2">facilidade de consultar os indicadores</a>, reflectindo o momento e com os dados existentes. Ou seja, nada de ficar à espera das delongas anteriores em que apenas se obtinham dados sobre produção científica com meses de atraso. Claro está, que estes elementos apenas reflectem o que lá estiver. Se o vosso não está por lá, só depende da vossa vontade individual (ou, de um alerta vosso para que a instituição de que fazem parte adira ao DeGóis).<br /><br /><br /></div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[I'm not a commodity]]></title>
            <link>http://eduspaces.net/monicaa/weblog/504385.html</link>
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            <pubDate>Fri, 14 Nov 2008 09:22:37 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[blogs organizations tools]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span class="blog_post_source"><a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/09/im-not-commodity.html">http://b2ob.blogspot.com/2008/09/im-not-commodity.html</a></span></p> <div style="text-align: justify;">There isn't a predefined path for learning nor there is a fixed time for learning it. There are infinite ways of reaching goals and even those are defined by the learner not the designers (teachers, educators, politicians, whatever you want to call it).<br /></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Looking back in my life, I see my own pattern of learning. I call my self a slow learner. I'm not afraid of failing, actually is when I can learn better. I like to explore, to assemble, to manipulate the objects in different ways, to test my constructions, to compare with other constructions, to reflect on my own failures and enrich it with accounts of others. This can not be rushed! Takes time! My own time to find meaning. Also, I'm not keen on bragging about accomplishments but I like to share what did not work with me so others can use freely my mistakes.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">For me mistakes are part of the process. Can one live without mistakes?<span class="Apple-style-span"  style="font-style: italic;"> </span>Aren't we fooling ourselves<span class="Apple-style-span"  style="font-style: italic;"> </span>saying otherwise? Is there a single cassette, a single video, a book, a paper or any single account that can work without previous knowledge (let alone the <a href="http://www.imdb.com/title/tt0119116/">«fifth element»</a> that absorbed the meaning of life during a couple of hours... and still it was incomplete cause she never felt loved) contextualized?. There is no fast and packed knowledge for you to ingest in order to prevent failure. To learn something is not the finish line, nor the goal. Learning is a journey that must be experienced. Taking longer and making mistakes is in no way the same as being less valuable. The question lies on our ability to identify our mistakes, our failures (only possible if you have some kind of knowledge, otherwise one can not identify the mistakes and needs someone else to point it). I guess that it might be also cultural. Some people find it easier to identify mistakes of others instead of their own. Maybe it is easier but I wonder if they can learn as much as with reflections on their own failures...</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">When I decide to make a journey (or learn something), I accept that I might get lost, I might not understand the meaning of things I encounter, I'll get overwhelm, I will not visit all the things that cross my way, I'll meet some people and ask for directions and I'll observe what others are doing without engaging. All of that, is part of the journey, of what I've learned.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">In <a href="http://ltc.umanitoba.ca/wiki/Connectivism">CCK08</a> my interest is not so much about if <a href="http://www.u-learnspace.info/Connectivism%20learning%20theory%20of%20the%20future%20or%20vestige%20of%20the%20past%20Kop%20and%20Hill%20IRRODL%20Sept08.pdf">connectivism is a theory or if it is going to replace other ways of explaining the world around us. </a>Sure I like to be abreast of new research explaining new realities, new needs. But what I really want to understand are new ways of acknowledge paths of learning and knowing things that are not accounted for in previous systems of evaluation, based on different objects and technologies that are available (<span class="Apple-style-span"  style="font-style: italic;">we shape technology and then it shapes us</span>). </div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">From scarce to plenty, from restricted to open, from localized to networked, from costly to free... Learning today requires so much more and yet we are at large still being evaluated by our finished products, our thesis, depicting a pale picture of all the transformations, all the conversations, all the lessons (some still call failures) that took place since we embark on the journey. Yes, it might prove difficult, more time consuming for teachers to engage in this path approach for learning, but the <a href="http://www.youtube.com/watch?v=J4yApagnr0s">results are surprisingly overwhelming</a>!</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Going back to <a href="http://monica.andre.googlepages.com/">my journey</a>, amidst the remodeling of my «<a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/08/sugestes-o-que-fariam-vocs-como.html">new home</a>», very proud to see that my son's path to <a href="http://www.ist.utl.pt/html/campus/tagus/">university</a> worked out as he wished and that my daughter is happier than ever since she changed school, one that she believes is <a href="http://www.google.com/search?num=100&amp;hl=en&amp;safe=off&amp;rlz=1C1GGLS_enPT291&amp;q=&quot;ensino+profissional&quot;+&quot;design+gráfico&quot;&amp;btnG=Search">better suited for her learning style</a>. Amazing to see how different they both are and how they choose their own paths.</div><div><br /></div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Are we smart?]]></title>
            <link>http://eduspaces.net/monicaa/weblog/500636.html</link>
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            <pubDate>Mon, 10 Nov 2008 12:21:45 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[blogs organizations tools]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span class="blog_post_source"><a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/05/are-we-smart.html">http://b2ob.blogspot.com/2008/05/are-we-smart.html</a></span></p> <div style="text-align: justify;">Será que já percebemos que podemos fazer a diferença? Será que apesar de toda a democratização no acesso à informação e de todas as tecnologias em rede de que dispomos, conseguimos perceber que podemos provocar mudanças com impacto económico?<br /><br />A ideia é estupidamente simples, e não foi minha ;-) But... só funciona se as massas se mobilizarem! Esta diz respeito à subida dos preços de combustivel e de como se pode exercer impacto real, junto das principais gasolineiras, com vista a fazer descer os preços.<br /><br />Deixar de meter gasolina não é solução. Como todos sabemos, nomeadamente a que diz respeito aos transportes, depende do consumo de gasolina e afins. No entanto, podemos é fazer boicote a uma ou duas das maiores gasolineiras.<br /><br />Por exemplo, se todos deixarmos de ir à B P e passarmos a utilizar as restantes existentes no mercado, ao fim de pouco tempo esse distribuidor ver-se-á obrigado a fazer «algo» para voltar a atrair clientes. Tipo, descer os preços!<br /><br />Será que somos <span style="font-style: italic;">stupid mobs</span>?<p></p><br /></div>]]></description>
        </item>
                
        <item>
            <title><![CDATA[Sugestões? O que fariam vocês? Como prosseguir?]]></title>
            <link>http://eduspaces.net/monicaa/weblog/499887.html</link>
            <guid isPermaLink="true">http://eduspaces.net/monicaa/weblog/499887.html</guid>
            <pubDate>Sun, 09 Nov 2008 10:35:11 GMT</pubDate>
		<dc:subject><![CDATA[blogs organizations tools]]></dc:subject>
            <description><![CDATA[<p><span class="blog_post_source"><a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/08/sugestes-o-que-fariam-vocs-como.html">http://b2ob.blogspot.com/2008/08/sugestes-o-que-fariam-vocs-como</a></span></p> <div align="justify">Na entrada sobre <a href="http://b2ob.blogspot.com/2008/08/consumidores-e-web-social.html#links">consumidores e web social</a> ficaram de fora alguns detalhes que urge completar pois corria o risco de que fosse lida como uma mera história ilustrativa. Não foi e não é. </div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">Começo pelo final. Fiz ontem a escritura do meu andar. As obras não foram finalizadas e acabo de descobrir que entra água pelo chão do WC social. <p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">O (ex)proprietário, Honório José Barbosa Henriques, da sociedade comercial por quotas «<a href="http://www.google.com/search?q=%22Jos%C3%A9+Henriques+compra+e+venda+de+im%C3%B3veis+unipessoal%22&amp;hl=en">José Henriques, compra e venda de imóveis, Unipessoal Lda</a>», representado pela ERA Mem Martins, que desde o primeiro momento garantiu que as obras seriam realizadas, saíu com o cheque no bolso dizendo no próprio dia da escritura, que afinal já não terminava as obras. Irá continuar a fazer cosméticas e a prometer obras nos imóveis que vende, obtendo por eles um valor superior ao estado em que se encontra o bem? <p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">O vendedor e mediador, <a href="http://www.era.pt/memmartins/">Luís Oliveira da ERA Mem Martins</a>, apareceu na escritura, preocupado em saber sobre o que seria acusado pelas vias da justiça. Estranho como até ontem, as minhas tentativas de contacto por telefone, por email e por fax, para resolução das obras que haviam sido garantidas, não receberam qualquer resposta. Irá ele continuar a utilizar as mesmas práticas para a venda de imóveis sob a capa da <a href="http://www.era.pt/">ERA Portugal</a>?<p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">O responsável (substituto?) pelos processos, <a href="http://www.era.pt/memmartins/">Luís Cruz da ERA Mem Martins</a>, a quem expressamente enviei uma lista (com CC: para Luís Oliveira) especificando as obras que deveriam ser incorporadas no artigo 2º do Contrato de Promessa, tal como haviam sido garantidas na presença de testemunhas, em mais do que uma ocasião, e que no dia da assinatura não estavam no contrato pois ERAmos todos pessoas de palavra e as obras seriam realizadas! Irá continuar a tratar dos processos de aquisição das casas sem verificar o cumprimento do que foi acordado?<p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">Sugestões? O que fariam nestas circunstâncias? Como deveria acabar esta história?<p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">---------------------------------------------------------------------------------</div><div align="justify"><strong>Cronologia dos eventos<p></p></strong></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify"><strong>2008-05-09:</strong> Pela ERA de Paço de Arcos sou avisada que deu entrada um andar em Mem Martins com a referência 4100, com as características que eu procurava. Vejo as fotos e de imediato confirmo que estou interessada em visitar o imóvel.<p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify"><strong>2008-05-12:</strong> Pelas mãos de Luís Oliveira da ERA Mem Martins e José António da ERA de Paço de Arcos, vou conhecer a casa. As fotos não correspondiam à realidade. As obras estavam com vários problemas mas seria conversado com o proprietário a sua reparação e finalização.<p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify"><strong>2008-05-16:</strong> Com a garantia de que as obras se iriam finalizar, faço proposta de compra com o pressuposto das obras e sinalizo a intenção de compra por cheque que fica depositado na ERA de Paço de Arcos.<p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify"><strong>2008-05-26:</strong> O proprietário da casa, José Henriques, aceita a proposta mediante assinatura no contrato de reserva e compromete-se a reparar os defeitos encontrados na casa. Tenho 45 dias para conseguir o empréstimo bancário e para marcar o contrato de promessa.<p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify"><strong>2008-05-30:</strong> Na sequência do pedido da planta do andar, tomo conhecimento de que a casa incluía uma arrecadação e peço para a conhecer, sem sucesso. Esta situação vai sendo sucessivamente protelada, até ao próprio dia em que se encontrava marcada a escritura, 8 de Agosto de 2008. <p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify"><strong>2008-07-03:</strong> Nesta data e após ter lido o texto do contrato de promessa, e porque as obras não se finalizavam, enviei lista a Luís Cruz da ERA Mem Martins, descriminando as obras a realizar, e pedindo para ser incluída no artigo 2º do contrato. <p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify"><strong>2008-07-10:</strong> Dia da assinatura do contrato de promessa. Dou conta que o pedido que tinha feito para descriminar as obras prometidas, não estava no contrato tal como pedido. Peço para ser incluído e recebo como resposta por parte de Luís Cruz da ERA Mem Martins e do proprietário que ERAmos todos pessoas de palavra e que se ele dizia que as obras se iam realizar, não tinha motivos para duvidar. Estavam presentes outras pessoas que confirmam o que se passou. Assinei!<p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify"><strong>2008-07-25:</strong> A duas semana da data marcada para a escritura, e preocupada com a não finalização das obras bem como continuar a desconhecer uma das fracções da casa (arrecadação), dei desta facto conhecimento à ERA Mem Martins, enviando um «ponto de situação das obras» e solicitando a resolução do assunto. <p></p><br /><strong>2008-07-29:</strong> Como resposta, e para minha estupefacção, sou contactada 4 dias depois por Luís Cruz da ERA Mem Martins, dizendo que tinha antecipado a data da escritura para dia 1 de Agosto, continuando a insistir que o que se encontrava por finalizar seria realizado (sem concretizar!) e que eu só iria ter conhecimento da dita fracção da casa (arrecadação), na altura da escritura!! <p></p><br /><br />Preocupada com os contornos desta situação, entrei em contacto com a DECO que entre outras coisas, me recomendou consultar um advogado. Assim fiz.<br /><p></p><br /><strong>2008-08-04:</strong> Na sequência de diversos telefonemas e mensagens, a ERA de Paço de Arcos sugere uma reunião no próprio andar, marcada para este dia por conveniência do sr. José Henriques e da ERA Mem Martins, com vista a verificar in loco o ponto de situação das obras. Compareci à hora por eles marcada, acompanhada por Advogada. A ERA de Paço de Arcos compareceu e, já no local e hora marcados, recebem um telefonema a dizer que a visita estava cancelada! Dos assuntos que iriam ser tratados, constavam: <p></p></div><ul><li><div align="justify">resolução das obras que haviam sido acordadas desde que tomei conhecimento e manifestei o meu interesse na casa, em Maio, e cuja finalização tardava em acontecer </div></li><li><div align="justify">conhecer uma das fracções que fazia parte integrante da casa (arrecadação) e que pedia para ver desde Maio, sem sucesso, ou seja, sem conhecer a totalidade do apartamento </div></li><li><div align="justify">aceder aos meus bens pessoais e de trabalho, que se encontram na casa na sequência da entrega da chave do andar, por ocasião da celebração do contrato de promessa e que, desde dia 2 de Agosto me encontrava impedida de aceder por motivo de mudança do canhão da porta de entrada pelo sr. José Henriques </div></li></ul><div align="justify"><strong>2008-08-05:</strong> De acordo com recomendação jurídica, enviei fax, dos CTT, a mostrar a minha preocupação, insistindo para a resolução das questões e pedindo a renegociação do valor da casa, uma vez que a minha oferta tinha sido feita com base em obras que não tinham sido cumpridas , apesar de garantidas. Não obtive resposta por parte da ERA Mem Martins. <p></p><br /><strong>2008-08-08:</strong> Data marcação da escritura para as 9:40 da manhã. Como continuava sem ver as obras finalizadas e sem conhecer uma das fracções integrantes da casa (arrecadação), transmiti a minha preocupação ao Procurador da entidade bancária que me concedeu o empréstimo e à Notária que estava presente para a celebração da escritura. <p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">Foi-me garantido que aguardariam e que tinha o direito de conhecer a totalidade do bem que estava comprar. Luís Cruz da ERA Mem Martins acedeu então a levar-me ao andar. Acompanhou-o José António (vendedor) e Ana Rita (advogada), da ERA Paço de Arcos. <p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">Chegados ao local, a chave que me iria ser entregue no acto da escritura não abria a porta de entrada do prédio. Após termos entrado em casa, encontravam-se por realizar a totalidade das obras que constavam da lista com o «ponto de situação das obras», enviada a 25 de Julho de 2008.<p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">A arrecadação existia. Localizada num 4º Andar sem elevador, equivalente a um 5º, estava cheia de objectos, impossíveis de descriminar uma vez que não tinha iluminação.<p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">Regressados ao local onde se iria celebrar a escritura, os mediadores (ERA de Paço de Arcos e ERA de Mem Martins) entraram em contacto com vista a resolver a situação. Foi então acordado que se assinaria uma declaração em que constaria a lista das obras a finalizar, ficando depositado um cheque em meu nome na ERA Mem Martins, como caução na eventualidade das obras não se realizarem num prazo de 1 semana e de acordo com indicações do próprio proprietário. <p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify">Após redacção da declaração afinal o proprietário já não assinava o documento mas continuava a «garantir» que as obras seriam realizadas até 3ª feira da semana seguinte! Marcou-se nova escritura para 13 de Agosto.<p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify"><strong>2008-08-12:</strong> Sou convocada para uma visita a realizar à casa. Às 18:00 compareço na morada do andar, juntamente com os mediadores da ERA de Paço de Arcos e Luís Cruz da ERA Mem Martins, pessoa que nos iria confirmar que as obras se encontravam realizadas. Após entrada no andar, e percorrendo a lista «com o ponto de situação das obras» que se encontravam por fazer... estava tudo na mesma! Excepção registada para a ligação dos electrodomésticos e para a limpeza da arrecadação. Foi novamente garantido por Luís Cruz que a entrada de água pelo chão do WC estava resolvida. Enchi então o lavatório com água e deixei que ela escorresse, entrando a água, como anteriormente, pelo chão! <p></p></div><div align="justify"></div><div align="justify"></div><div align="justify"><strong>2008-08-13:</strong> A escritura é realizada sem que o preço de venda da casa tivesse sido alterado por forma a reflectir o que terei que gastar com as obras que afinal não serão realizadas, conforme me informou neste dia, a ERA de Mem Martins! A desmarcação da escritura para outra data não foi possível uma vez que o contrato estabelecia o prazo de 30 dias para a realização da mesma. Caso não fosse feita, eu perdia os mais de 10% do valor da casa que tinha entregue e o sr. José Henriques poderia vendê-la a outra pessoa. O resto já sabem: o (ex)proprietário meteu o dinheiro no bolso...<p></p></div>]]></description>
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